"Um homem precisa viajar para lugares que não conhece, para quebrar essa
arrogância que nos faz ver o mundo como o imaginamos, e não simplesmente como é
ou pode ser".
Amyr Klink, Mar sem fim
BRASIL
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MUNDO Alvear Palace, Buenos Aires As Janelas Verdes, Lisboa Awasi, Atacama Badia a Coltibuono, Toscana Bar Bambino, San Francisco Books for Cooks, Londres Borgo di Vagli, Toscana Bread and Wine, Franschhoek Buddakan, NY Domaine des Hauts de Loire, Loire Eight Wine Bar, Toronto Gemma, NY Glass Brasserie, Sydney Grande Real Villa Itália, Cascais Hiltl, Zurique Hotel Antumalal, Pucon Hotel Monastério, Cusco Hôtel Marignan, Paris L'Andana, Toscana L'Estellan, Provence Las Casitas del Colca, Peru Les Cocottes, Paris Los Cerros, Patagônia, Argentina
Los Notros, Patagônia, Argentina
Mandarin Oriental, Praga Marignan Champs-Elysées, Paris Pizza East, Londres Posada del Faro, Jose Ignacio Quinta Nova, Vale do Douro Remota, Patagônia Chilena Rice to Riches, NY Sabi Sabi, Kruger Park Seven One Seven, Amsterdam
Table Bay, Cidade do CaboTasting Room, Franschhoek The Residence, Maurícius The Mansfield Hotel, NY Ultra Hotel, Buenos Aires York House, Lisboa
VIAGENS
Setembro Agosto Junho Fevereiro Janeiro
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A DOIS, EM LISBOA.
Rua das Janelas Verdes, distrito de Santos, Lisboa. A poucos passos de uma boa concentração de lojas design e restôs contemporâneos, o imenso muro de cor rosada, quando visto de fora, não dá a ideia de que ali atrás se esconde um dos hotéis mais charmosos da capital portuguesa. Estamos no York House, instalado no lugar onde já funcionou um convento mariano, fundado no séc. XVII. Para chegar, é preciso subir algo como 54 degraus cobertos por pedras antigas - mas nem pense em desanimar. É imediata a sensação de tranquilidade que acompanha o entrar nesse refúgio de silêncio (e fica fácil, a cada novo passo, esquecer que lá fora há uma capital). A imensa escadaria é ladeada por paredes forradas com hera, um caminho inevitavelmente cruzado por borboletas e raios de luz solar que parecem dar boas-vindas a quem quer que chegue. Ao fim da subida, encontra-se um pátio protegido pela sombra de uma palmeira. Ali, durante a primavera e o verão, é servido o café-da-manhã e também o almoço, ou mesmo os jantares nas noites mais quentes, com pratos assinados pelo chef Nuno Diniz. Foi onde, aliás, provei vieiras deliciosamente tenras, acompanhadas por um interessante crocante de avelãs. Mas é lá dentro, em um dos 32 quartos, que o rosa dá lugar aos tons de azul e branco, e o ar retrô chic encontra linhas contemporâneas. Madeira, linhas retas e mármore harmonizam com detalhes de azulejo, portas generosas e janelões antigos. As boas-vindas acontecem com sabor de vinho do porto e frutas secas, servidos de forma rústica e encantadora. Elegância sem ostentação, atmosfera reconfortante, charme de sobra. O York House é quase uma pintura traçada em ângulos florais, um impulso de opulência romântica disfarçado de pura simplicidade. Lugar onde parecem sussurrar os acordes de um amor casto que sobrevive ao tempo. York HouseRua das Janelas Verdes, 32-1° Lisboa, Portugal. Tel: 213 962 435
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